2.12.02

Sábado

O dia começa com o Daniel me ligando falando que de fato vai rolar ensaio coletivo. Leolo e Sics. Massa!, pensei.
Peguei uma lotação pra rodô pra de lá pegar outra num passat muito velho e cheio de adesivos do Roriz, e ainda por cima com uma guria meio flertante.
Cheguei e mandamos nosso rock'n'roll entre latas de Bohemia do pai do Gabriel. Conseguimos tocar todas nossas músicas direto, sem errar. Quer dizer, eu errei uma hora, mas não atrapalhou ninguém.
Depois jam session onde eu e Pedro mandamos altos Los Hermanos, de hardcore até Iaiá, com restrições sonoras é lógico, pois éramos só uma guitarra e uma bateria.
Voltei pra casa num baú que vai direto pro Gama, o que me lembrou quando eu trabalhava na Modern e tinha preguiça de esperar na W3, aí eu ia pro eixinho e pegava o Gama. Pois é.
Cheguei em casa e mais tarde fui pra festa.
Abrir a festa.
Chegamos não tava nem rolando música ainda! Que derrotados que somos.
O som no começo tava péssimo, e como o lugar tava vazio... fui coalhando. Aí o som deu uma melhorada e o lugar foi "enchendo", mas meu cansaço já começava a gerar um certo mau humor que ia se juntando a outras coisas... Aí sentei na escada com uma Brêja e fiquei esperando pelas anarco-pingas.
Aí a Bruna veio interagir comigo, mesmo que pra isso tenha tido que sujar seu vestidinho, já que era uma escada de oficina. Mas pelo menos o vestido era preto. Ela é bem gente fina e compartilha comigo da opinião de que ganhar na mega-sena é uma boa coisa. E é corinthiana.
A festa acabou melhorando e acabei me divertindo, tanto com os comentários sempre pertinentes de Francyne quanto com Luândia sendo bizôla.
Só que na hora de ir embora uma dor de cabeça muito escrota tomou conta de meu ser, sabe-se lá porquê. Mas ainda deu pra ouvir uma das frases mais engraçadas dos últimos tempo, mas que só vou reproduzir se a autora deixar.